Eurovision

[EM ATUALIZAÇÃO] Caso Samoylova: Tudo o que você precisa saber

14 de abril de 2017 - por Marcus Javarini
14 04 2017

Julia Samoylova foi selecionada internamente para representar a Rússia no Eurovision 2017 em Kiev, na Ucrânia. Porém, segundo as leis do país anfitrião, a cantora está impedida de participar da competição em decorrência de uma viagem à região da Crimeia, disputada entre ambos os países. O ESCPedia irá, através desta matéria, fazer atualizações constantes acerca do assunto.


Julia ainda não está confirmada em 2018, afirma porta voz

A mídia russa Life divulgou recentemente uma notícia afirmando que Julia Samoylova ainda não recebeu nenhum convite formal para representar a Rússia no Eurovision 2018, que acontecerá em maio na capital portuguesa Lisboa. Segundo o porta voz da cantora, a Channel One ainda não fez nenhum convite formal para que Julia represente seu país na edição do ano que vem do festival, o que põe em dúvida as declarações da emissora em abril. Enquanto isso, Julia segue focando em sua carreira musical e não tem preparado nada para o Eurovision 2018. O porta voz declarou:

Julia nunca esteve em Portugal. É claro, ela gostaria de ir porque se apresentar no Eurovision é o sonho da sua vida.


Nota oficial da NTU sobre o caso

A emissora nacional ucraniana divulgou uma declaração expressando suas opiniões sobre a decisão da Rússia de não transmitir a competição e de ter desistido da edição desse ano.

A declaração diz o seguinte:

Respeitando o desejo da UER de assegurar a participação dos 43 representantes dos países no Eurovision 2017, bem como apoiar o espírito tradicional do concurso, o lado ucraniano tem proposto repetidamente à Federação Russa para enviar à Kiev um participante que não tenha violado as leis da Ucrânia. No entanto, o lado russo não mudou sua decisão. A decisão da Channel One de não transmitir o Eurovision 2017 prova que, apesar do respeito declarado pelos valores fundamentais do Eurovision, o objetivo russo desde o início não foi a concorrência, mas a criação de uma atmosfera negativa em torno dos preparativos e da concorrência. A  UA:PBC, em estreita cooperação com a UER, continua a preparar o Eurovision 2017.

A Channel One da Rússia anunciou ontem à noite que eles não transmitirão o Eurovision Song Contest em Kiev. Isto aconteeu após a decisão no dia 22 de março do Serviços de Segurança da Ucrânia de proibir Yulia Samoilova de entrar no país por um período de três anos. A cantora que deveria representar a Rússia foi proibida de entrar na Ucrânia devido à sua entrada na Criméia através de um posto fronteiriço não ucraniano em 2015.


Julia comenta a decisão da Ucrânia

Julia Samoylova, que representaria a Rússia no Eurovision 2017 falou sobre o fato do seu país ter-se retirado do festival após o governo ucraniano ter negado a ela entrada no país por 3 anos por ela ter entrado na Crimeia de forma ilegal de acordo com as leis ucranianas.

O apoio é irreal. Não é apenas a Rússia – é de todo o mundo. No Japão, eles me desenham como um heroína de anime!
[…] É perturbador porque é o meu sonho, mas acredito na esperança. Acredito que vou voltar para o Eurovision ainda. Quero que meu exemplo sirva para inspirar as pessoas, para inspirá-las a não desistirem diante de qualquer situação, viver uma vida plena e seguir seus sonhos.

Sua mensagem é simples:

“Não desista!”

Até que a decisão foi anunciada ontem, Yulia estava dedicada à tarefa de representar seu país no Eurovision e representar a bandeira russa em Moscou.

Eu teria ido à Kiev, mesmo sob ameaça de prisão.


Rússia desiste do Eurovision 2017

A Channel One confirmou que não estará no Eurovision 2017. A esperada desistência foi causada pelo fato de sua representante, Julia Samoylova, ter sido banida do território ucraniano por ter entrado na Crimeia ilegalmente.

A emissora foi informada pela EBU que eles não poderiam resolver a disputa entre eles e as autoridades ucranianas em relação à escolha de Julia. Agora, além de não participarem, a Rússia também não irá transmitir o evento, que começa no dia 09 de maio.


Presidente da Ucrânia comenta o caso

Petro Poroshenko, presidente da Ucrânia, falou hoje pela primeira vez sobre o caso Julia Samoylova. Ele deixou claro que a única forma de entrar legalmente na Crimeia é através da fronteira com a região de Kherson e, se alguém entrou por alguma outra fronteira, essa pessoa está violando as leis da Ucrânia.

De acordo com o Sr. Poroshenko, escolher Julia como representante foi uma decisão puramente provocativa por parte da Rússia, já que todos estão cientes das regras em relação à Crimeia.

Em carta à EBU, a estatal UA:PBC pediu que a organização que respeite a soberania da Ucrânia e que não ignore os interesses do Estado. Visitar a Crimeia sem passar pelo território ucraniano fez com que Julia Samoylova infringisse as leis do país – ela foi a única participante do Eurovision 2017 a fazer isso e, pelo fato de que nenhum país europeu reconhece a anexação da Crimeia, a EBU não deveria ter motivos para insistir na participação de Julia.

De certa forma, a UA:PBC se mostrou desapontada com as atitudes da Sra. Ingrid Deltenre, que parecia proteger a Rússia:

Partilhamos plenamente o sentido negativo dos membros da EBU sobre o fato de que “a competição deste ano foi utilizada como um meio para o atual confronto entre a Federação Russa e a Ucrânia”. No entanto, estamos surpresos com o fato de que “tristeza” e outras palavras têm sido utilizadas nesta ocasião pelo Diretor Geral da EBU sobre o lado ucraniano da história, e não sobre o lado russo. Isto contradiz grandemente as declarações de Ingrid Deltenre – Eurovision apocalítico, porque a Sra. Deltenre realmente ficou do lado da Federação Russa, envolvendo-se nas provocações políticas da Rússia. A exigência de cancelar a decisão do Serviço de Segurança da Ucrânia, adotada no âmbito da sua autoridade jurídica como a tese de decisões de coordenação do Serviço de Segurança da Ucrânia com a EBU, poderia ser considerada uma interferência nos assuntos internos da Ucrânia, que vai além dos poderes da EBU e dos objetivos do Eurovision.

As discussões entre a EBU, a UA:PBC e o governo ucraniano em relação à participação da russa Julia Samoylova seguem. Enquanto isso, a cantora já gravou parte de seu postcard na Praça Vermelha, em Moscou.


Mesmo banida da Ucrânia, NTU grava postcard com Julia

Apesar do banimento da cantora na Ucrânia, a equipe de filmagem do Eurovision 2017 já gravou o postcard da Rússia. A gravação do postcard põe em dúvida a participação russa. Vale lembrar que ambas as emissoras, NTU e Channel One, estão em negociações para definir o futuro do país no Eurovision 2017, porém ainda não existe um acordo entre as partes.

Julia-Samoylova


Oleksandr Kharebin fala sobre o caso Samoylova

O antigo produtor executivo do Eurovision 2017, Oleksandr Kharebin, deu uma entrevista ao canal alemão DW sobre a relação entre a UA:PBC e a EBU. Ele comentou que essa relação está baseada em dois documentos, sendo um acordo de delegação anfitriã e um regulamento para países membros. Kharebin lembrou que nenhum desses documentos possui uma cláusula para sancionar um membro da EBU por não permitir que um participante competisse no festival (como a Ucrânia não permitiu que a russa Julia Samoylova entrasse em seu território):

Não há base legal para punir a Ucrânia por não aceitar um dos participantes, porque a Ucrânia é guiada apenas por seus interesses de Estado. A EBU é uma companhia comercial registrada na Suíça. É estranho que, a partir daí, somos lembrados de acordos comerciais que devem impedir a Ucrânia de cumprir suas funções de Estado.

Ele ainda comentou que o Eurovision é um projeto exclusivamente comercial e que todos os membros da EBU geram seus próprios lucros com ele:

O mercado russo é extremamente importante para a EBU porque é uma taxa de adesão e uma audiência de vários milhões de dólares, e agora a Rússia está realmente chantageando a European Broadcasting Union, ameaçando se retirar dela, e é por isso que a EBU está fazendo o mesmo com a Ucrânia, exigindo incisivamente a permissão de entrada da participante russa.

Hanna Bychok, atual chefe do conselho da UA:PBC, comentou que a Ucrânia não irá permitir o uso do Eurovision para motivos políticos, seja dentro ou fora do país. A estatal trabalha duro para que Kiev esteja pronta para o festival, provando que os ucranianos podem oferecer um ambiente hospitaleiro, civilizado e seguro.


Diretora geral da EBU comenta sobre o caso

Ingrid Deltenre deu seus primeiros comentários públicos sobre a proibição de Julia Samoilova na Ucrânia. A diretora geral da UER falou ao jornal suíço Blick sobre a situação. Ingrid Deltenre disse ao Blick:

Este comportamento da Ucrânia é absolutamente inaceitável. […] Lamento profundamente o fato de o ESC ser um objeto de abusos por atos políticos. O concurso é suposto deliciar e reunir milhões de pessoas. Não deve ser usado para incitá-los uns aos outros.

Deltenre, em seu papel de diretora geral da UER, está em discussão com o presidente e o primeiro-ministro da Ucrânia para tentar chegar a uma “situação satisfatória”. Ingrid acrescentou a sua voz a uma série de outros funcionários da UER e membros de organismos de radiodifusão nacionais para expressar sua decepção na forma como o Eurovision está sendo utilizado.

De acordo com o Blick se uma solução não puder ser encontrada, a UER colocará sanções contra a Ucrânia, incluindo uma exclusão temporária do festival. Isto ainda não foi confirmado ou mencionado em qualquer relatório prévio sobre a situação e se isso acontecer, a Ucrânia irá ser o terceiro país a ser banido do festival. Em 2009, a Geórgia foi banida do concurso por não substituir sua entrada, que incluía referências políticas, enquanto que em 2005 o Líbano foi proibido por três anos por não garantir a transmissão da performance israelense.


Vice-Primeiro Ministro da Ucrânia continua tentando fazer Rússia trocar o seu participante

O vice-Primeiro Ministro ucraniano Vyacheslav Kyrylenko declarou há alguns dias que a única solução para a Rússia participar do Eurovision 2017 é trocando o representante. Recentemente, ele deu uma nova entrevista e continua reafirmando que esta é a única solução para que o país participe da competição, marcada para maio:

A própria Rússia deve encontrar um jeito para essa situação oferecento ao concurso um participante que não tenha problemas com as leis ucranianas. Nesse caso o problema seria rapidamente resolvido. É claro que nós não esperamos essa abordagem da Rússia, porque nós vemos uma provocação deles no Eurovision – Isso é um pequeno elo na cadeia de provocações e ações destinadas a forçar a situação na Ucrânia.


Chefe de entretenimento da ARD comenta o caso

O chefe de entretenimento da estatal alemã ARD, Thomas Schreiber, deu uma entrevista ao canal Deutsche Welle e comentou sobre o caso, afirmando que ambos os países envolvidos estão errados:

A emissora russa sabia quem eles estavam escolhendo e as autoridades ucranianas também sabem o que eles estão fazendo. […] Se isso é possível, também depende da boa vontade de ambas as partes participantes ou os as emissoras que participam. Ao mesmo tempo, tudo é de tão alta importância simbólica que se pode presumir que as emissoras não podem agir de forma tão independente quanto poderia ser o caso na Europa Ocidental. […] É concebível que a Rússia participe, e é concebível que a Rússia não participe porque ambos os lados não se unem… E deixa claro que o Eurovision é exatamente o que ele carrega em seu título: um concurso de música e nada mais.


EBU dá nova proposta para que Julia possa se apresentar no Eurovision

A proposta da apresentação via satélite foi descartada, tanto pelo Channel One (emissora responsável pela participação russa no certame), quanto pelo Governo Ucraniano. Após o descarte da proposta, eis que Jon Ola Sand propõe ao Governo Ucraniano que o banimento de Julia Samoylova fosse adiado para o fim do Eurovision 2017.

Sand declarou o seguinte:

Pela primeira vez na história do Eurovision Song Contest, estamos nessa situação, na qual uma participante pode não ter a oportunidade de viajar para a Ucrânia. E então, devemos achar uma solução que dê a oportunidade de que a representante russa participe e que deixe o âmbito político de lado.
A decisão foi tomada pelas autoridades locais, que precisam seguir as leis locais. Entretanto, estamos dialogando para que o Primeiro Ministro e o Governo Ucraniano anulem a decisão, sendo assim, o banimento entrará em vigor após o Eurovision 2017. Trazer a participante russa para Kiev em maio continua sendo nosso foco principal. Estamos dando duro pra isso


Diretor da estatal de San Marino comenta o caso Samoylova

Carlo Romeo, diretor da RTV, estatal de San Marino, comentou hoje a decisão do governo ucraniano de proibir Yulia Samoylova de se apresentar no Eurovision 2017:

Como uma emissora estatal não estamos satisfeitos com o comportamento da Ucrânia porque os conflitos devem ficar fora do Eurovision.

A SMRTV de San Marino é o único membro da União Europeia de Radiodifusão – além da Rússia e da Ucrânia  a ter comentado a situação atual entre os dois países.


Vice Primeiro Ministro ucraniano repudia ideia da EBU de transmissão via satélite

Após a nota oficial da EBU foi duramente criticada pelo vice Primeiro Ministro da Ucrânia, Vyacheslav Kyrylenko. Segundo ele, a transmissão de Julia resulta no mesmo que a entrada da mesma no país:

Os programas de TV com a participação de persona non grata não são permitidos na Ucrânia. Esta posição da EBU está politizando o concurso. A transmissão de Julia Samoylova pelo canal de TV ucraniano é o mesmo tipo de violação das leis ucranianas como a sua entrada. A própria Ucrânia deve levar isso em conta. […] Uma possível solução é apenas na substituição do participante da Rússia.


Julia poderá se apresentar via satélite

Após todas as especulações, a EBU lançou uma nota em seu site oficial dando uma oportunidade para que a Rússia ainda participe da competição, mas sem entrar em território ucraniano. A ideia, caso realizada, será inédita na história do Eurovision. Leia a nota da EBU:

Tendo em conta que esta proibição pode ser apoiada pelas autoridades ucranianas, e para manter a natureza não política do Eurovision, a EBU tem trabalhado arduamente para encontrar uma solução para esta situação e tomou a iniciativa sem precedentes de oferecer à Channel One a oportunidade de Julia ainda participar do concurso deste ano, ao apresentar ao vivo na segunda semifinal via satélite. Se a entrada russa se qualificar para a Grande Final, a mesma solução seria aplicada. Isto é algo que nunca foi feito antes nos 60 anos de história do Concurso, mas, no espírito dos valores de inclusividade do Eurovision e do tema deste ano da celebração da diversidade, foi tomada a decisão de assegurar que todos os 43 participantes tenham a oportunidade de participar.


“Não estou chateada”, afirma Samoylova

Em entrevista ao canal russo Channel One, Julia afirmou não estar chateada:

É realemnte divertido olhar pra tudo isso, porque eu não entendo o que eles viram em mim – só uma pequena garota. […] Eles viram algum tipo de ameaça. Eu não estou chateada. Eu vou continuar treinando. Eu acho que de alguma forma alguma coisa irá mudar.


Rússia não deve transmitir o Eurovision 2017

A Channel One e a RTR entraram em acordo para que o Eurovision 2017 não seja transmitido na Rússia. A decisão veio como forma de protesto à decisão do governo ucraniano de banir Julia Samoylova de seu território, impedindo assim que ela represente o vizinho no festival.


Andrey Danilko defende Julia Samoylova

Em declaração pra um jornal russo, Andrey Danilko (mais conhecido pelos eurofãs como Verka Serduchka) comentou sobre o caso Julia Samoylova pouco antes da cantora ser oficialmente banida do país. Ele foi contra a medida, alegando que ela não representa nenhum tipo de ameaça à segurança nacional.

Acho que os políticos deveriam ver isso com um ponto de vista humano de tolerância e gentileza. […] Sim, ela participou de um festival para pessoas com deficiência na Crimeia. Mas, nesse caso, ela foi convidada para se apresentar para pessoas como ela. É um prazer único na vida, levar sua história pessoal! Ela não vai para a Ucrânia com uma arma, ela vai com uma canção.


Julia poderá representar a Rússia em 2018

Em entrevista a agência de notícias TASS, a assessoria de imprensa da Channel One afirmou que caso a participação russa seja barrada em Kiev, Julia representará o país em 2018:

No caso de a Ucrânia não permitir Julia Samoylove de participar no Eurovision, no próximo anos, independentemente do país que irá abrigar a competição, ela representará a Rússia.


Pronunciamento oficial da EBU sobre o caso

Foi confirmado à EBU que as autoridades ucranianas aplicaram uma proibição de viagem para a artista escolhida pela Rússia para o Eurovision Song Contest, Julia Samoylova, já que ela foi julgada por ter infringido a lei ucraniana ao entrar na Crimeia para se apresentar.

Nós respeitamos as leis locais do país-sede, ainda assim estamos profundamente desapontados com esta decisão, já que vai de encontro ao espírito da competição e à noção de inclusão que está no centro de seus valores.

Vamos continuar dialogando com as autoridades Ucranianas, com objetivo de assegurar que todos os artistas se apresentem na 62ª edição do Eurovision Song Contest, em Kiev, em maio.


Rússia poderá boicotar o Eurovision daqui pra frente

Em declaração para o RIA Novosti, o vice-presidente do conselho de segurança da Rússia disse que o país irá boicotar todos próximos festivais Eurovision caso a EBU não defenda Julia Samoylova.

Claro, a Rússia vai boicotar esta competição, e não só em Kiev, mas todos os subsequentes. A organização do Eurovision deve ter algo a dizer, para declarar que a decisão das autoridades ucranianas sobre Samoylova inaceitável. Mas Eles são silenciosos, totalmente politizados e tendenciosos.

Mais cedo, uma fonte do Ministério do Exterior russo chamou a decisão de barrar Julia Samoylova por três anos de cínica e desumana.


Entenda o caso

Segundo informações das principais agências de notícia, Julia Samoylova foi banida do território ucraniano por um período de três anos. A cantora, que representaria a Rússia no Eurovision, infringiu uma das leis da Ucrânia, que não permite que pessoas visitem a Crimeia sem autorização do governo. Yulia fez um show no local em 2015 e, em seu Facebook oficial, se mostrou favorável à anexação da região pelo governo russo.

Yulia não é a única artista russa impedida de entrar na Ucrânia. O Serviço de Segurança do país (SBU) tem uma lista ‘negra’ com aproximadamente 140 nomes. Fontes do Ministério do Exterior da Rússia classificou a atitude como “cínica e desumana”.


Quem é Julia Samoylova?

Julia Samoilova nasceu em 07 de abril de 1989, em Ukhta. Cantora e compositora, a música foi que a ajudou a encarar sua vida em uma cadeira de rodas. Venceu várias competições musicais dentro e fora da Rússia e tornou-se realmente conhecida quando foi finalista do programa Factor A, de Alla Pugacheva (2013). Em 2014, cantou o tema dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Sochi.

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