Análises

Análises comparativas 2016/2017 – 2ª semana

26 de março de 2017 - por Fabiana Silva
26 03 2017

BeyonceBreathlessly“, porém não consigo vê-la funcionando em Kiev, muito menos com a grande quantidade de baladas que temos este ano. A apresentação de “Walk on water” ficou bem abaixo das expectativas, mas a música era bem mais competitiva e Ira também tem mais presença de palco que Claudia. (piorou)nfira-loscoo/wp-content/uploads/animaNão vou dizer que não gosto de Malta esse ano. A música é ok, não acho que vá incomodar ninguém, mas devemos entrar num acordo de que Ira, apesar de ter outra música ok, era bem melhor. Apesar de talentosa, acho que a Claudia não ultrapassará o posto de Ira ano passado. (piorou)tion-222.gif” alt=”Salvador Sobral” width=”320″ height=”309″ class=”aligncenter size-full wp-image-16702″ />
Fabiana:

Marcus:


Paulo: Apesar de não ser muito fã de “Walk On Water” (acho a apresentação ruim, enquanto Claudia Faniello provavelmente fará uma apresentação bem melhor), “Breathlessly” em estúdio é inferior à “Walk On Water“, sem sombras de dúvida. Caso Malta tivesse escolhido Janice e “Kewbka“, a história seria diferente. Por isso entre essas duas, prefiro Ira Losco. (piorou)

Opinião dos fãs: 81% preferiram Ira Losco a Claudia Faniello

Opinião de mãe (Claudia Faniello): Gostei do clipe, é muio criativo… É bom porque prende sua atenção. Gostei da música, não é ruim, forma um conjunto bem legal com o clipe! Gostei de Malta. (Selma Javarini)

Veredito final
Malta piorou em relação a 2016


Blanche the Voice
Fabiana: A Bélgica ficou bem no limite entre o melhorou e o se manteve – e isso é uma coisa ótima. “What’s the pressure” é bem clichê, porém cresceu nas mãos de Laura Tesoro, que fez uma apresentação impecável na Suécia e que mereceu muito seu 10º lugar. “City Lights” é uma composição excelente, só que não estou tão segura quanto à performance de Blanche, que parece ser um pouco ‘blasé’. Ainda assim, vou dizer que houve uma leve melhora no conjunto. (melhorou)

Bélgica-blanche
Marcus: Laura Tesoro é tão meiguinha e tem uma musiquinha tão bonitinha… Que dá até pena de dizer que Blanche é bem melhor do que ela. Devo dizer que gosto das duas, mas espero um resultado melhor esse ano. E a propósito, um dos melhores clipes de 2017 é o belga. (melhorou)


Paulo: Sei que essa opinião será polêmica, contudo prefiro Laura Tesoro. Apesar de gostar muito de Blanche e “City Lights“, para mim vai ser difícil a Bélgica superar o show que Laura deu no palco em Estocolmo. Seu carisma e presença de palco elevaram tanto a canção que até hoje escuto What’s The Pressure e é difícil não me contagiar e lembrar de uma das melhores performances eurovisivas (na minha opinião). “City Lights” é uma excelente canção mas “What’s The Pressure” é um dos meus maiores guilty pleasures e sempre o defenderei.”, 

Opinião dos fãs: 64% preferiram Blanche a Laura Tesoro

Opinião de mãe (Blanche): É um rapazinho em época de mudança de voz?? Caramba, é uma menina! Enfim, gostei da artista e da sua voz, gosto de música assim, mas, no final, ela não empolga. Quando parece que ela vai ter um grand finale, a melodia perde o ritmo e decepciona um pouco. (Elisabete Aranha)

Veredito final
A Bélgica melhorou em relação a 2016


Donny Montell & Fusedmarc
Fabiana: Sinceramente, prefiro muito mais a alternativa “Rain of Revolution” do que a nada original “I’ve been waiting for this night“. Donny é um excelente intérprete e 90% da classificação veio por conta de seu carisma e da forma como ele domina o palco – mas a forma como o show foi construído foi estranha e aquele mortal com fumaça foi totalmente desnecessário. É fato que Fusedmarc tem que melhorar seu show, mas só o fato deles se arriscarem com algo fora dos padrões e causarem tanta controvérsia já é o suficiente para ganhar meu coração. (melhorou)

rei-do-camarote
Marcus: Devo dizer que eu não esperava que Donny Montell fosse tão longe ano passado, principalmente pela sua música genérica com aquele refrão manjado. Mas devo admitir que a apresentação no palco ficou bem interessante e foi o que o levou para o top 10. Já os escolhidos desse ano, que eu sequer consigo pronunciar o nome, provavelmente não sentirão o gostinho da final. Achei a música muito confusa e sem graça. Veremos. (piorou)


Paulo: Novamente serei criticado pelo Brasil inteiro, mas musicalmente prefiro “Rain of Revolution“. Sei que a canção não tão boa ou tampouco tem apelo eurovisivo – e provavelmente sua apresentação será bem inferior ao de Donny Montell (a não ser que usem como chuva de revolução a dança do impeachment no palco do Eurovision) – contudo acho “I’ve Been Waiting For This Night” um pouco genérica e esquecível. Porém Donny mostrou que é dono de um carisma e presença de palco gigantesco e deu um show no palco. Por isso, não posso afirmar que a Lituânia tenha piorado pois dificilmente o país entrará no top 10 novamente e Fusedmarc não possui cacife para conseguir uma apresentação melhor que a do Donny. (manteve-se)

Opinião dos fãs: 89% dos fãs preferiram Donny Montell a Fusedmarc

Opinião de mãe (Fusedmarc): É bem enjoadinha… Não gostei. Não gostei do vídeo, muito brilho… Lituânia não. (Selma Javarini)

Veredito final
A Lituânia se manteve em relação a 2016


Paradisio
Fabiana: A Croácia foi um grande fiasco ao vivo no ano passado, e a história deve se repetir este ano. O vocal de Jacques deve ser infinitamente melhor que o de Nina, mas o figurino, a encenação e o trabalho de câmeras devem ser tão estranhos quanto. Nina ganhou vantagem em sua canção, que é ótima e que descreve perfeitamente seu estilo, sem precisar usar artifícios bizarros (como usar vários tipos de vozes). (piorou)

rustam
Marcus: Eu particularmente não tenho condições de escolher. Tenho que dizer que, apesar do flop no palco, gosto da proposta croata em 2016. Já o bipolar Jacques parece ter mais técnica do que Nina ao cantar, mas sua música não é lá essas coisas. Dúvida cruel. (piorou)


Paulo: Apesar do vocal falho, apresentação horrível e figurino absurdo, Lighthouse – em estúdio – de Nina é infinitamente melhor que My Friend. Jacques provavelmente fará uma apresentação mais memorável (ou bizarra, dependendo de como essa situação de vestido metade como uma pessoa, metade como outra funcionará) e com um vocal extremamente melhor que Nina, contudo essa é uma risco que eu não quero correr. (piorou)

Opinião dos fãs: 78% preferiram Nina Kraljić a Jacques Houdek

Opinião de mãe (Jacques Houdek): Jacques está certinho – ele está tão sozinho que teve que cantar as duas partes da música, enquanto algum amigo não aparece. Achei a ideia ótima das vozes assim, me lembrou a amizade de Freddie Mercury com a Montserrat Caballé. Sobre ele se vestir metade-metade, nada se cria, tudo se copia, desde que seja copiado bem, para fazer valer a homenagem. (Elisabete Aranha)

Veredito final
A Croácia piorou em relação a 2016


Taylor Swift
Fabiana: Aos que me conhecem há muito tempo, sabem que eu amo o Omar Naber e que já ouvi todos os cds deles inúmeras vezes… mas nem eu tenho como defendê-lo desta vez. Ele tem canções tão boas em seu repertório, ele demonstra tanta energia quando canta rock e pop-rock… por que voltar ao festival com uma baladinha tão sem sal??? ManuElla teve uma performance pífia em Estocolmo, mas sua canção me agrada bastante e poderia ter chegado à final se tivesse sido apresentada de forma mais limpa e criativa. (piorou)

blue-red
Marcus: Não preciso nem dizer que, apesar de ser cópia barata da música da Taylor Swift, ‘Blue and red’ é bem melhor do que ‘On my way’, já que não faz a gente dormir, né? É claro que é. A comunidade eurovisiva mundial preferiu BQL e foi totalmente ignorada. (piorou)


Paulo: Nivelando muito, mas muito por baixo, ManuElla é melhor que Omar Naber. Ambas as canções me dão sono, contudo o filler pobre de Taylor Swift é muito melhor que a balada clichê e sem alma do Omar, On My Way. Eslovênia poderia ter facilmente passado para a final ano passado com a Raiven e esse ano com o BQL, contudo… é isso o que temos para hoje. (piorou)

Opinião dos fãs: 78% preferiram ManuElla a Omar Naber

Opinião de mãe (Omar Naber): A música parece de um desenho animado. Não dá pra levar ela a sério… Não consigo formar uma outra opinião sobre ela pois só me vem esse ar de desenho na cabeça. (Selma Javarini)

Veredito final
A Eslovênia piorou em relação a 2016


Gergo Olah
Fabiana: Hungria é minha preferida do ano sorry Gabbani e admiro a coragem do país em enviar canções em idioma nativo, mesmo sabendo que propostas em inglês levam uma certa vantagem. Tinha uma leve rusga com “Pioneer” durante o A Dal porque eu queria que Gergo ganhasse, mas Freddie melhorou muito e sua performance no Eurovision foi bem consistente. Joci precisa melhorar sua apresentação urgentemente, mas aquele toque cigano e aquele refrão em, digamos, linguagem imaginária me fazem levantar e sair dançando. (melhorou)

origo

Marcus: Devo dizer que gosto das duas, mas tenho uma afinidade maior com Origo. Acho que esse toque etnico da música a destaca das demais na competição, apesar de ter uma letra muito impactante. Já Freddie tem um forte apelo com o público por motivos óbvios. Ainda sim, acho que a Hungria manteve o nível. (manteve-se)

Paulo: Pioneer esteve no meu top 10 o ano passado e Origo está no meu top 10 desse ano. Acho ambas canções ótimas – Origo seria até melhor caso tivessem feito uma apresentação decente (eu realmente odiei a apresentação da canção no A Dal) – e acredito que a Hungria esteja mantendo uma qualidade alta no festival. (manteve-se)

Opinião dos fãs: 60% preferiram Freddie a Joci Pápai

Opinião de mãe (Joci Pápai): Gostei da performance do Joci e da Sandra Rosa Madalena, que completou a apresentação muito bem; fica um conjunto coerente. Mas parece que já ouvi essa melodia muitas vezes, então não parece algo inédito para mim. Talvez porque eu goste muito e escute esse tipo de canção. Por algum motivo, ela me soa familiar. (Elisabete Aranha)

Veredito final
A Hungria se manteve em relação a 2016

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