Análises

Análises comparativas 2016/2017 – 1ª semana

19 de março de 2017 - por Paulo K.
19 03 2017

Justs vs Triana Park

Justs
Fabiana: esperei muito tempo pelo Triana Park no Eurovision, mas a decepção foi imensa – “Line” é caótico! Gosto do minimalismo de “Heartbeat”, de como Justs se entrega a sua canção, de como a construção da música cresce naturalmente e te envolve. (piorou)

Justs
Marcus: Justs tinha tudo pra dar certo e acabou em 15º na final, ninguém sabe o motivo até hoje. Se com toda aquele apoio do público ele não foi longe, imaginem vocês o que vai acontecer com Triana Park, que é indiferente ao público, não é mesmo? (piorou)

Justs
Paulo: minha favorita é de longe “Heartbeat” do Justs. A canção é extremamente sólida, original e com um arranjo potente e cativante. Já “Line” para mim é inferior, um tanto quanto genérica e ainda não chamou minha atenção como fez “Heartbeat” desde a primeira vez que eu a ouvi. (piorou)

Opinião dos fãs: 62% dos fãs preferiram Justs a Triana Park

Opinião de mãe (Triana Park): não é uma musica ruim não. Eu não colocaria ela pra vencer. Dentre o que está sendo apresentado esse ano no Eurovision, é uma música aceitável. Não é uma forte candidata a ir pro meu top 10 mas é boa, dá pra ouvir. (Selma Javarini)

Veredito final
A Letônia piorou em relação a 2016


Agnete vs JOWST

JOWST
Fabiana: “Icebreaker” tinha bons momentos, porém a mistura de dois estilos totalmente diferentes não deram muito certo. Já “Grab the moment” tem um arranjo mais consistente e sua atmosfera é agradável, remetendo a uma festa de verão. Tenho vontade de ouvir de novo. Aleksander é um ótimo intérprete! (melhorou)

Agnete
Marcus: Só digo uma coisa: #VoltaAgnete. JOWST tem uma música muito sem graça e totalmente apagada, com certeza não vai longe. (piorou)


Paulo: que os fãs da Agnete me perdoem, mas “Icebreaker” nunca me desceu e assim escolho “Grab The Moment”. Não acho que “Icebreaker” ruim, mas a falta de coesão me incomoda. Já “Grab the moment” está longe de ser excelente, mas é inofensiva e me agrada mais. (melhorou)

Opinião dos fãs: 53% dos fãs preferiram Agnete a JOWST

Opinião de mãe (JOWST): Esse chiado na tela é assim mesmo? Ah, é da apresentação! Não é espetacular, porém é diferente e clean, funciona na tv. Gostei do balanço da música e a voz do cantor me impressionou, é meio rouca, gostosa de ouvir. (Bete Aranha)

Veredito final
A Noruega se manteve em relação a 2016


Highway vs Slavko Kalezic

Highway
Fabiana: Eu já gostava um pouquinho de “The Real Thing”, mas o que os meninos do Highway fizeram ao vivo em Estocolmo foi o que faltava para me conquistar. A performance foi elaborada e bem ensaiada,m superando as expectativas. Slavko tem uma canção de um estilo que não me agrada (eletrônico) e ele quer chamar mais atenção do que sua música, o que vai contra a proposta de um ‘festival de canções’. (piorou)

Highway
Marcus: Tem algo que me incomoda em “The real thing”. Não sei o que é mas não consigo gostar da música, e o público também não aprovou. A mesma coisa acontece com o Slavko: ele é um ótimo performer, mas a música fica aquém do esperado. (manteve-se)

Highway
Paulo: como fã de rock essa é fácil, escolho “The Real Thing”. Para mim eles tiveram uma das melhores apresentações da história do Eurovision e eu já amava a canção antes e deveria facilmente ter se classificado à final. Já este ano … deixa quieto. (piorou)

Opinião dos fãs: 67% dos fãs preferiram Slavko Kalezić a Highway

Opinião de mãe (Slavko Kalezic): Não gostei da música, não gostei do vídeo, pra mim não está dentro da proposta do Eurovision. Ele está ali pra cantar e não pra se exibir, já que isso aqui não é um reality show e sim um concurso de música. Não sou obrigada. (Selma Javarini)

Veredito final
Montenegro piorou em relação a 2016


Samra vs Dihaj

Calaveras y Diablitos
Fabiana: De uma sobra de Melodifestivalen a uma proposta totalmente moderna e competitiva: a diferença entre 2016 e 2017 para o Azerbaijão é gritante. Dihaj supera Samra em vários quesitos, com destaque para o vocal (todos sabemos que quem realmente cantou “Miracle” foi uma backing vocal escondida). (melhorou)

Dihaj
Marcus: eu realmente gosto da música da Samra. Era uma das minhas favoritas de 2016, mas sua performance despreparada acabou estragando tudo. Para esse ano, Dihaj deverá conseguir um resultado melhor pro país, já que sua música também é bem competitiva, mesmo que para públicos diferentes, porém , diferente de Samra, ela tem mais preparação vocal. (melhorou)

Prof Girafales
Paulo: “Miracle” era boa em estúdio, mas foi um desastre no palco. Já eu adoro “Skeletons”, tem uma vibe indie/sombria mas acessível – apesar da estranha letra. Ela faz mais o meu estilo e mesmo se a apresentação for ruim, “Skeletons” vai continuar na minha playlist por algum tempo. (melhorou)

Opinião dos fãs: 74% dos fãs preferiram Dihaj a Samra

Opinião de mãe (Dihaj): É a Sabrina Sato? Ah não, não é japonesa essa. É bem um tema de juventude – abraçar o diferente, querer fazer parte de um grupo. A música em si não me trouxe nada de especial, parece algo que eu já ouvi antes (parecia um clipe da Miley Cyrus). (Bete Aranha)

Veredito final
Azerbaijão melhorou em relação a 2016


Greta Salome vs Svala

Greta Salome
Fabiana: Greta foi uma das maiores injustiçadas do Eurovision 2016. Claro que a performance não estava tão precisa quanto na final nacional, mas ela merecia uma vaguinha entre os finalistas. Apesar de “Paper” ser uma boa canção e de Svala ser mais consistente que Greta em aspectos técnicos, o conjunto não se destaca. E, se tivermos uma apresentação similar à da seletiva, Islândia ficará fora da final mais uma vez. (piorou)

Greta Salome
Marcus: confesso que prefiro Greta, não só pela apresentação criativa mas também pela atmosfera da música, mas Svala não está decepcionando até o momento, já que sua proposta também é forte. Vamos ver se a injustiça do ano passado não se repete. (manteve-se)

Greta Salome
Paulo: é difícil decidir porque caso a Islândia tivesse ido ano passado com a versão em islandês de “Hear Them Calling”, seria a minha favorita, fácil. Gosto muito de “Paper”, acho que tem tudo para levar a Islândia à final novamente e considero praticamente um empate entre as duas canções. Contudo pela versão em islandês, fico com a Greta. (piorou)

Opinião dos fãs: 76% dos fãs preferiram Greta Salome a Svala

Opinião de mãe (Svala): É uma música que eu considero boa e, para saber que a música é boa, nem preciso ouvir inteira. Gostei da cantora, da voz, o conjunto é legal e está dentro das expectativas. Ainda não apareceu uma música que seja ‘TCHUM’ pra mim. (Selma Javarini)

Veredito final
A Islândia piorou em relação a 2016


Serhat vs Valentina Monetta & Jimmie Wilson

Valentina Monetta
Fabiana: Siegel sendo Siegel… mas depois de “I didn’t know”, isso até parece uma obra-prima. Serhat é uma simpatia, super legal com os fãs, mas o que vimos era tão friki. “Spirit of the night” é datada e pouco original, só que ela é bem mais séria e acaba de cativando, te fazendo sair dançando pela sala durante o refrão. Com uma boa apresentação, pode até surpreender e roubar uma das dez vagas para a final. (melhorou)

Valentina Monetta & Jimmie
Marcus: Valentina IV no maior estilo sanmarinense, naquele tipo de música que amamos, mas sabemos que não vai longe. Enfim, qualquer coisa que viesse seria melhor que o Serhat, que apesar de ser adorado pelo público tinha uma musica totalmente incoerente com o festival. Não nos esqueçamos do “I got to pee inside your mind”. (melhorou)

Valentina Monetta
Paulo: disco por disco, prefiro dançar ao som da Valentina, fácil. Ambas canções são datadas, ambas parecem que sairam de décadas passadas, contudo “Spirit of the Night” me parece muito mais interessante e completa, apesar de ser clichê. (melhorou)

Opinião dos fãs: 55% dos fãs preferiram Valentina & Jimmie a Serhat

Opinião de mãe (Valentina & Jimmie): O que você espera do espírito da noite? É isso mesmo, se divertir, encontrar alguém que se divirta com as mesmas coisas que você. É uma música dançante, me lembra Dancin’ Days. Se focar num pé, deve ter uma sandália e meia de lurex. (Bete Aranha)

Veredito final
San Marino melhorou em relação a 2016

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