Eurovision

As curiosidades do Eurovision 2017

16 de maio de 2017 - por Marcus Javarini
16 05 2017

A temporada eurovisiva de 2017 já acabou mas os recordes e as emoções da competição permanecerão. O ESCPedia reuniu algumas curiosidades sobre o show. Confira:

Se engana quem acha que este é o primeiro Eurovision sem uma mulher como apresentadora. A primeira edição do concurso, em 1956, teve como apresentador Lohengrin Filipello. Em todos os outros 61 anos, ao menos uma mulher apresentou o festival.

É a primeira vez que a língua portuguesa vence o Eurovision. Além disso, uma música inteiramente não cantada em inglês vence a competição pela primeira vez em 10 anos. A última vitória não anglófona foi em 2007, com “Molitva“, interpretada por Marija Serifovic (em sérvio).

Salvador Sobral venceu a competição com 758 pontos, o que o torna o maior vencedor da história do Eurovision em número de pontos, batendo o recorde que era de Alexander Rybak, em 2009. Se utilizado o mesmo sistema de votação, Salvador teria 417 pontos, contra 387 de Rybak.

Portugal pulverizou o recorde de ’12 pontos’ obtidos em uma final, 20 ao todo, se utilizado o sistema antigo de votação. Agora, O antigo recorde era de Loreen, que venceu a competição em 2012 pela Suécia com 18 pontuações máximas.


A invasão

Não é a primeira vez que uma pessoa invade o palco do Eurovision. Em 2010, um homem conhecido como Jimmy Jump entrou no meio da apresentação da Espanha para reivindicar a independência da Catalunha.

2017
2010

Os melhores resultados

Os três primeiros colocados, Portugal, Bulgária e Moldávia, conquistaram os melhor resultado de sua história.

Portugal, vencedor de 2017, tinha como seu melhor resultado o sexto lugar obtido em 1996, quando Lucia Moniz interpretou “O meu coração não tem cor“.

A segunda colocada Bulgária tinha como seu melhor posto o quarto lugar, obtido em 2016 por Poli Genova e sua “If love was a crime“.

O terceiro posto de 2017 também bateu recorde. O melhor resultado da Moldávia era a sexta posição, obtida em 2005 com Zdob şi Zdub e “Boonika bate doba“.

O Reino Unido obteve seu melhor resultado desde 2011. Na ocasião, a banda Blue terminou no 11º posto. Já Lucie Jones terminou na 15ª posição.

É a quarta vez seguida que a Suécia termina a competição dentro do top-5, incluindo um top-3 (2014) e uma vitória (2015).

A Croácia obteve o seu melhor resultado na competição desde 2006, quando Severina terminou a final no 12º posto. Em 2017, Jacques Houdek obteve a 13ª posição.


Os piores resultados

A Ucrânia, país anfitrião deste ano, amargou sua pior colocação na história da competição, ao terminar no 24º posto na final. O pior resultado era o 19º posto de 2005, quando o país também foi anfitrião.

A Armênia igualou sua pior colocação numa final, com o 18º posto de Artsvik. O país ficou nesta posição também em 2013, com a banda Dorians.

É a quarta vez seguida que o Azerbaijão fica de fora do top-10. Desde que estreou em 2008 até o ano de 2013, o país terminou todos os anos entre os 10 primeiros, incluindo uma vitória (2011), um segundo posto (2013) e um terceiro lugar (2009).

De todas as três participações da Austrália, esta é a pior do país. Isaiah Firebrace terminou em 9º lugar, contra o 5º posto de 2015 e o 2º de 2016.

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